Memórias de uma ninfomaníaca 1 — Virgindade
Não é de hoje que sou uma vadia feroz, sedenta, insaciável. Mas, como é desde hoje que decidi registrar minhas aventuras, não conseguirei relatar todas — afinal, são mais de 2.000 transas, com mais de 1.500 pessoas diferentes em 14 anos. Comecei minha jornada muito cedo, aos 11.
Na verdade, desde bem criança já cheguei a ter trocas íntimas, porém inocentes, com amigos e primas. A curiosidade pelos órgãos genitais, até então, talvez, não sexuais. Mas foi aos nove anos que tive contato com a pornografia.
Comecei ao acessar um site de tirinhas de memes, aqueles antigos — Derp, Derpina, Troll Face, entre outros... Porém, no meio das histórias cômicas, um ou outro link com uma legenda curiosa levava para um site à parte com algum GIF pornô. "Memes perdidos", esse era o nome do site se não me falha a memória.
E por falar em memória, um dos GIFs que mais me marcou, pois ainda o guardo visualmente na mente, foi um que a legenda dizia "Buraco negro" e uma mulher colocava para fora do cu um dildo roxo, molenga, gigante. Mal sabia eu que, no futuro, adoraria a ideia de ter coisas tão longas no meu rabo que elas iriam intestino adentro...
Comecei a ver pornô e a me masturbar diariamente, dezenas de vezes em um único dia. E assim passei toda minha pré-adolescência — mesmo após perder a virgindade e passar a ter relações sexuais constantemente. Masturbar-se é um ato de amor próprio e autocuidado. Também é sexo. A relação a dois (ou mais) é uma delícia, mas às vezes a masturbação é insubstituível.
Perdi a virgindade com um menino do mesmo colégio que eu. Eu tinha 11 anos. Ele, 20, repetente no Ensino Médio. Não era dos mais bonitos, mas era muito gostoso e pauzudo. Pervertido, furry, metia muito gostoso. Infelizmente, sujei o pau dele duas vezes. Mas ele foi paciente, compreensivo. Um doce. Continuamos tendo encontros várias e várias vezes, até eu me mudar da cidade em que nasci e vir para Uberlândia, a fim de estudar e fazer minha vida aqui. Quando eu ia para lá, visitar meu pai — com quem, hoje, já não tenho mais contato —, também transava novamente com esse mesmo menino. Os melhores 20cm que já tive dentro de mim. Não por ser o maior pau, já dei para maiores, mas sim por saber meter, por não se importar com seu prazer somente.
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| Print de vídeo. Mamando Gabriel. |
A imagem anexada é de uma das vezes que fui a minha cidade natal e transamos. O vídeo, do qual printei o frame, ficou escuro, por isso peço que não reparem na qualidade da imagem.
A cidade em que eu morava é pequena. Lá, não tive muitas oportunidades. Mas já dei em carro no meio do canavial com um turista. Já dei pra um professor. Pra colegas de escola. Dei até pra um gay super afeminado, mas que fez ativo! E não vou me esquecer de quando fui fodida no posto de gasolina, fechado, por um artista circense, da companhia que estava na cidade.
Eu já era uma cadela, mas não era muito atraente durante minha adolescência. Porque, se o fosse, eu garanto que teria dado para todos os caras da minha cidade...

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