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Mostrando postagens de março, 2026

Memórias de uma ninfomaníaca 6 — Vingança e berinjela

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Quando eu estava namorando, meu namorado e eu ficamos com uma menina, que acabou tentando tomá-lo de mim. Recorreu à amarração e tudo. Mal sabia ela que, se ela tem capeta, eu tenho Satanás. Mas, nisso, ocorreu que um dia ele acabou usando muitas drogas junto de um colega de serviço e, sob o efeito dos medicamentos, da cocaína e do álcool, acabou me traindo. Arrependido, ele me contou tudo, e eu disse que, se assim era, eu poderia pegar alguém pra ficarmos quites. Acordo feito. Pensei em chamar Lucas , um cara que eu tinha conhecido pelo Tinder . Ele era de Ituiutaba na época, mas se mudara pra Uberlândia havia um tempo, só que eu já estava namorando e nunca tive a chance de saborear a piroca branquinha dele. Mandei mensagem, só para descobrir que ele estava namorando. Expliquei a situação e disse que tinha escolhido dar pra ele, dentre todos os que eu podia, mas que entendia a situação. Lucas me respondeu que falaria com a namorada, pra ver se ela o "liberava" para me dar e...

Memórias de uma ninfomaníaca 5 — Meu primeiro mendigo

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Meu desejo por moradores de rua, usuários de crack e catadores de recicláveis começou há muito tempo. Minha primeira referência desse tipo de fetiche era um criador de conteúdo, da época em que só havia o XVideos pra isso, chamado Virginiano. Há tempos não vejo nada dele, será que morreu? Fato é, a vontade existia em mim havia muito tempo já, mas a coragem não. Foi em 2021, durante a pandemia, que o exibicionismo começou a fazer parte da minha vida sexual. Ruas vazias, ônibus quase sempre sem ninguém... eram o cenário perfeito para inúmeros vídeos que gravei, os quais, infelizmente, ficaram no cartão de memória levado junto de um celular por um ladrão. Mas, quando eu me exibia, sempre estava sozinha. Vez ou outra acordada por homens em seus carros, mas o medo de sofrer alguma violência era maior do que o tesão. Em 2023, eu tive minha primeira experiência com um morador de rua e usuário de crack . Morava no bairro Saraiva, dividia apartamento com duas pessoas que eram do mesmo terreiro...

Memórias de uma ninfomaníaca 4 — Chupando o novinho do Twitter

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Desde que conheci o #PintoAwards em 2020, sempre estive ativa na tag procurando rola de desconhecidos. Um dia, por sorte, recebi mensagem de um cara aqui de Uberlândia me chamando pra mamar o pauzão preto dele. E era uma rola colossal, super grossa e muito grande. Ele trabalhava em uma farmácia perto da UFU do Santa Mônica, então iríamos nos encontrar lá perto e procurar algum lugar para que eu pudesse aproveitar aquela rola imensa. Nos encontramos às 22h30. Fui vestida com um sutiã cropped branco, de renda; uma saia quadriculada, meia-calça arrastão e tênis. Passei um batom vermelho pra deixar a rola dele marcada com meus lábios famintos, rs. Saímos para procurar um lugar onde eu pudesse cair de boca na pica do safado, mas era uma sexta-feira, então a região perto da universidade estava muito movimentada. Por isso, tivemos que andar um tanto até encontrarmos um vão de uma casa — daqueles onde fica o relógio de energia ou o registro da água, sabe? Eu entrei primeiro e me agachei, de...

Memórias de uma ninfomaníaca 3 — Puta de três

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Essa foi em 2023. Eu ainda não tinha desenvolvido Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo (erroneamente e, aqui, poeticamente chamado de ninfomania). Um menino — que vou apelidar de Mateus — me chamou para transar, por um desses aplicativos, quase implorando porque tinha um cara que ele queria muito chupar, mas o cara queria fuder uma mulher. Ele disse que eu daria pra três — ele, o cara e o dono da casa onde iríamos fazer. Esse menino em si não me atraía muito, mas o outro... nossa, tinha um pau enorme! E, pelo fetiche de ser puta de três machos, eu aceitei. Mateus morava a três quarteirões do meu prédio, então fui até o edifício dele e, de lá, ele chamou um Uber. Saímos do bairro Santa Mônica e fomos até o Dom Almir, perto de onde moro hoje enquanto escrevo essa lembrança. Chegando lá, estavam os dois outros caras, que vou chamar de Marcos e Carlos . Estavam vendo TV, e assim que cheguei Marcos já veio para cima me apalpando. Ele me arrastou para o quarto, tirou a roupa e man...