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Mostrando postagens de maio, 2026

Cobrando favor — dando pra mais um vizinho

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Como eu disse, Cristiano dividia a casa com Weverton . Ou melhor, Weverton dividia com Cristiano. Como todo mundo daquela colônia, eles cheiravam pó. Acho que eu era a única sóbria ali. Meu único vício é sexo, não fumo, não bebo, não uso nada. Nisso, o Cristiano acabou ficando em uma onda sinistra e virou bicho. Ele e Weverton discutiram feio, acordamos aos gritos deles, e Weverton enxotou o colega da casa. No meio disso, nosso chuveiro queimou e, se no calor já não tomo banho gelado, no frio piorou! Davi pediu ao Weverton para tomarmos banho na casa dele, e ele deixou. Mesmo dizendo que podíamos só entrar, já que ele deixava o portão aberto pra cachorra poder ficar no terreiro, eu sempre mandava mensagem perguntando se podia. Weverton disse que sim, mas completou a mensagem em seguida: Imagem só pra ilustração. "Qualquer dia vou cobrar esses favores hein 😏" Com a oportunidade disponibilizada, imediatamente respondi: "Pode cobrar 🤭 vou pagar com prazer"  A partir...

Dando pro outro vizinho

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Certo dia, eu estava do lado de fora da casa. Como dito, era uma colônia. Não tínhamos wi-fi, então pegávamos o do Mateus , que o Davi havia pedido. Na porta, o sinal era melhor. Eu estava lá, quando Cristiano , um dos vizinhos, chegou. Ali nos fundos da colônia eram só duas casas, a que moravam o Weverton e o Cristiano e a que morávamos o Davi e eu. Imagem meramente ilustrativa da colônia. Ele chegou, me cumprimentou e eu o cumprimentei. Ele entrou na casa e eu comentei, talvez um tanto quanto alto, de propósito para que ele ouvisse: " Nossa, que macho gostoso... Se eu sentasse... ". Pouco depois, ele saiu da casa. Não sei se havia tomado banho. Estava de bermuda Tactel e sem camisa. Era magro, mas seus músculos se destacavam, o corpo de um trabalhador braçal. O tanquinho era uma delícia, os bíceps com veias desenhadas. Um caminho de pelos curtos e finos subia até próximo ao umbigo. Ele era branquinho, quase como leite, tinha um cavanhaque escuro. Era bem bonito até. Pergu...

Dando na praça e pro vizinho

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Eu estava voltando pra casa, no último ônibus da noite até o terminal Umuarama. Eu não lembro se isso foi após um freelance no fechamento, após uma transa ou se apenas saí pra caçar putaria e agora estava indo embora. Embarquei no T122, que dá muitas voltas, e que estava quase vazio. Era domingo e era a viagem final. Eu estava de camiseta e calça, com um shortinho preto por baixo. Sentada no último banco antes da porta do fundo, não havia ninguém atrás de mim. Assim, mesmo com duas mulheres no veículo, eu tirei a calça. Importante dizer que sou definitivamente contra o exibicionista que estupra a visão do outro. Ninguém é obrigado a te ver pelado. O risco é uma coisa, mas você se colocar nu, propositalmente, diante de alguém que não pediu para visualizar isso é motivo de espancamento mesmo. Eu quero que você se foda muito nessa vida, se você é esse tipo de exibicionista. Enfim, cheguei até a colocar o pau pra fora pela perna da bermuda, alisei-o, mas não bati uma como costumo fazer, po...

O mendigo com anel peniano

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Certa vez, após um ensaio com meu grupo de teatro, um dos colegas me levou até certo ponto da rodovia, pois ele morava em Araguari e minha casa ficava perto da estrada. Agradeci, desci e segui a pé. Em determinado lugar, troquei a roupa de ensaio por um vestido rosa com morangos que eu trazia na mochila. Era uma peça da sessão infantil, que eu havia comprado quando trabalhei em uma famosa loja de departamentos. Obviamente era o tamanho para 16 anos, e eu ficara surpresa, na época, como ele tinha me servido, já que sou muito alta e de tórax largo. Fato é que fui andando pela Rua República do Piratini, quando passei por um catador. Um negro com um saco plástico às costas. Olhei para ele e ele olhou de volta, mas fiquei com receio e segui em frente. Mas depois tornei a olhar, ele estava sentado no ponto de ônibus. Eu poderia voltar e abordá-lo, e assim decidi fazer. Mas um trabalhador acabava de sair de sua empresa e sentou-se do outro lado da rua, na calçada, provavelmente pra evitar o c...

Chupando rabo sujo no banheiro

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O trabalho no quiosque do shopping era super tranquilo, ainda mais sendo no Uberlândia Shopping, cujo movimento é por si só muito reduzido. Eu ficava o dia todo sentada e mexendo no celular, incluindo o Grindr . Decidi, então, fazer um perfil para banheirão com os funcionários do shopping, no banheiro exclusivo da doca do térreo. Lá conheci um funcionário que tinha fetiche em scat . Mas nós começamos de leve. Falei para que ele me aguardasse na cabine de deficientes, com a porta trancada, e eu daria três toques suaves para que ele abrisse, caso não houvesse ninguém lá. Quando eu cheguei, porém, ele tinha aberto a porta e estava espiando pra ver se eu chegava. Já entrei, me ajoelhei e ele tirou a rola pra fora. Era um menino novo, de óculos e carinha de nerd, mas tinha uma tora enorme entre as pernas. Fico muito triste de ele não ter me deixado gravar. Chupei o pauzão preto dele, mas estávamos lá para fazer uma bagunça suja. Eu disse que não estava pronta para o scat , mas que poderia l...

Nos banheiros

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Eu estava desempregada, mas fazia alguns freelances em um quiosque onde já havia trabalhado de 2019 a 2022. Acoplado ao Uberlândia Shopping, há o Sam's Club , que já foi Big , e que antes já fora Walmart . Os banheiros ficam em um espaço relativamente vazio, sem muito movimento. Nesse dia, estava cheia de tesão e, após terminar meu freela, fui até o banheiro masculino, deixei minhas coisas em uma das cabines, tirei a roupa, e comecei a me exibir e me masturbar em frente à pia. Por uma espécie de intuição, eu pressenti a chegada de alguém e corri pra dentro da cabine. Dito e feito, entrou um homem. É claro que a gente sempre fica com aquele pensamento de "E se eu não tivesse me escondido? Ele teria me fodido?", mas é mais prudente não correr o risco de ser espancada, né? Quando enfim ele saiu do banheiro, deixei a cabine e finalizei minha punheta, completamente nua, aproveitando a adrenalina que, em breve, em multiplicaria. Punheta no banheiro do mercado. ... Em outro dia...

Acordando o mendigo

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Eu não lembro de onde eu estava voltando nesse dia. Sei que estava usando minha blusa branca decotada e saia vermelha muito curta. Peguei o ônibus I232, um dos melhores para se exibir, dos que não saem da cidade, claro. Eu decidi fazer algo diferente desta vez. Sempre era uma punheta, nunca dava pra mostrar o cu, porque nenhuma posição parecia funcionar. Até que eu pensei em uma pose bem ousada. Eu estava sentada no fundo do ônibus, onde ficam os cinco bancos alinhados. Coloquei o celular apoiado na mochila, no assento da ponta e, da outra ponta, me preparei. Deslizei até ficar deitada sobre dois bancos e levantei as pernas, abrindo a bunda e exibindo o cu. Não pude fazer muitas extravagâncias porque não estava sozinha na condução. Me mostrando no ônibus. Quando cheguei ao Terminal Umuarama, saí e desci até a Havan , procurando moradores de rua pela região. Achei um que dormia na lateral de um mercado. Fazia frio. Me aproximei com cuidado e toquei nele, chamando " Moço, moço ...

32cm

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Noite fria

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Eu fui ao Saraiva para caçar mendigos, mas era uma noite fria e com clima chuvoso. Seria praticamente impossível encontrar alguém disponível. Andei, andei, andei e não achei absolutamente ninguém nas ruas. Decidi, então, pegar o caminho de volta para casa. Nesse trajeto, porém, passei por dois moradores de rua deitados na rua. Era o contenção da biqueira e um outro que, em um dia anterior, havia me dito que ficáramos lá no São Jorge. Mas eu não me lembrava de ter ficado com nenhum morador de rua ou catador de recicláveis naquele bairro. E eu me recordaria dele, pois não tinha um dos olhos. Não importava, aceitei dar para ele naquela noite. Já estava parada mesmo, nenhuma leitada no cu. Antes uma pica do que nenhuma, né? Eu estava com receio de ser assaltada, sempre fico... Fazer essa caçada sozinha envolve riscos. Ele disse que tinha uma casa, onde às vezes ficava para dormir. Imaginei que fosse um local aberto, mas chegando lá tinha um muro frontal, baixo, mas tinha; o portão de grade...