Memórias de uma ninfomaníaca 5 — Meu primeiro mendigo

Meu desejo por moradores de rua, usuários de crack e catadores de recicláveis começou há muito tempo. Minha primeira referência desse tipo de fetiche era um criador de conteúdo, da época em que só havia o XVideos pra isso, chamado Virginiano. Há tempos não vejo nada dele, será que morreu? Fato é, a vontade existia em mim havia muito tempo já, mas a coragem não.

Foi em 2021, durante a pandemia, que o exibicionismo começou a fazer parte da minha vida sexual. Ruas vazias, ônibus quase sempre sem ninguém... eram o cenário perfeito para inúmeros vídeos que gravei, os quais, infelizmente, ficaram no cartão de memória levado junto de um celular por um ladrão.

Mas, quando eu me exibia, sempre estava sozinha. Vez ou outra acordada por homens em seus carros, mas o medo de sofrer alguma violência era maior do que o tesão.

Em 2023, eu tive minha primeira experiência com um morador de rua e usuário de crack. Morava no bairro Saraiva, dividia apartamento com duas pessoas que eram do mesmo terreiro que eu na época. Ambos estavam fora de casa. Senti fome, então decidi pedir uma janta no Kuatipuru via Ifood.

Enquanto esperava, me arrumei com uma roupa bem de puta, a fim de me insinuar para o motoboy e, quem sabe, conseguir um molho especial na minha comida.

Quando eu vi que o entregador estava de bicicleta, eu me adiantei a descer para a portaria, a fim de não deixar o trabalhador esperando. Mas fiz isso muito cedo, o que me rendeu uns bons minutos de espera — por algum motivo, do lado de fora do prédio em vez do hall.

Foi durante essa espera que um homem se sentou, do outro lado da rua, à sombra de duas árvores. Era noite, a luz dos postes não atravessavam a folhagem e ali o sujeito, de uma pele preta muito retinta, ficou quase que misturado à escuridão. Eu era tão inocente em relação ao uso de drogas que não tinha entendido o que aquele homem estava fazendo ali. Ele estava usando um colete jeans, com as extremidades desfiadas, e uma calça. Seu corpo era perfeito. Com aquela pele negra retinta, reluzindo suor sob a luz branca da rua, ele tinha um abdômen definido que eu jamais imaginaria em um morador de rua. Os bíceps não eram malhados, mas eram definidos, provavelmente decorrentes de muito trabalho braçal. Ele era lindíssimo, inclusive. Facilmente poderia ser modelo, se a sociedade tivesse dado a ele as oportunidades para isso, e se o vício não o tivesse levado para o buraco.

A roupa que eu estava era uma blusa super decotada branca (essa da imagem), uma saia vermelha com barra de renda preta e tênis. Os meus peitos, apesar de pequenos, até ganhavam certo destaque, quase aparecendo por completo no V da blusa. Recebi muitos olhares dos homens que passaram enquanto eu estava lá aguardando. Mas só um teve a ousadia de me chamar.

A blusa que eu estava usando.


Ele assobiou (não aquele "fiu fiu"), atraindo minha atenção. Olhei e, da penumbra, vi-o acenando com a mão, me chamando para lá. Como eu estava esperando o delivery, fiz um gesto para que ele esperasse um pouco.

Quando a entrega chegou, eu recebi e levei para o apartamento. Não comi. Desci para falar com o cara. Atravessei a rua e me aproximei com certo receio. Falamos de várias coisas, que agora não vou me recordar — exceto por algo em específico, que aqui relato.

Seu nome era Vitor (ou Victor), mas seu vulgo era Fumaça. Ele estava na rua por causa do crack, se bem me lembro porque se separou da esposa, que inclusive usava a droga também. E agora, estava sozinho. E começou a contar sobre como fora, ou era, uma pessoa com espiritualidade ativa. Disse que via, ouvia, e que alguém lhe tinha dito que havia uma maldição, uma força trevosa com ele. E detalhe: ele sequer poderia saber que eu era da makumba, já que não estava usando nada que demonstrasse isso. Eu quis ajudar aquela alma, fazer algo por ele, convidá-lo a ir ao terreiro que eu frequentava para quem sabe livrá-lo desse encosto.

Ele me convidou a me sentar, pois não mordia. Apesar de receosa, eu me acocorei. Não queria sujar a roupa sentando no chão. Ele perguntou o que eu estava fazendo e eu respondi que nada, então apalpou a rola dura por sob a bermuda Tactel. Soltei um "Nossa" tão espontâneo que nem eu esperava.

— Pequeno — ele disse.

— Né nada — respondi.

— Quer pegar? — perguntou, e sem esperar resposta já pegou minha mão e a levou até o volume. — Só 22 centímetros — ele revelou, ao que respondi que era um ótimo tamanho.

Fumaça perguntou se eu morava sozinha, e eu disse que não. Mesmo que morasse, a resposta teria sido a mesma. Eu não correria o risco de colocar um usuário de crack dentro de casa. Então, ele me perguntou se eu queria foder e é claro que eu disse que sim.

Assim, fomos para o quarteirão de cima e ele viu um vão de uma casa, desses onde fica o registro de água e energia. Foi lá mesmo. Era apertado e bem exposto até, pois qualquer pessoa que passasse pela rua andando ou de bicicleta poderia nos ver. Mas eu não liguei, estava tão sedenta por aquele pau que se alguém visse eu não iria me importar.

Me agachei, puxei a bermuda do Fumaça para baixo e comecei a mamar. Era uma rola tão grande e gostosa, preta e com a cabeça rosa. O saco era mole do jeito que eu amo. Fiquei massageando os ovos enquanto mamava. Depois, é claro, chupei também as bolas dele. Fiz uma garganta profunda enquanto ele gemia de prazer com minha mamada que, modéstia à parte, é sensacional.

Eu me levantei e fiquei de costas para ele, empinei a bunda e esperava que ele fosse apenas enfiar o pau, mas ele se agachou, abriu meu rabo com aquelas mãos grandes e enfiou a cara no meu cuzão, lambendo e chupando, sugando com força até meu buraco fazer bico. Senti a língua quente e faminta dele entrando no meu cu, saboreando por fora e por dentro de mim.

Depois, ele levantou, pegou a camisinha na mochila e encapou a pica. Porém, por algum motivo — e eu sei que parece desculpa besta, mas juro que não é —, sempre que usa camisinha comigo o pau não entra facilmente e me machuca de um jeito ruim.

— Tira a camisinha — pedi, explicando que eu não me importava de ir no pelo. Ele assim o fez, depois cuspiu na rola e empurrou.

O pauzão preto dele entrou rasgando meu cu, me acertando tão fundo que eu quase soltei um grito. Me controlei, já que estávamos num lugar público. Ele meteu tão gostoso, bateu na minha bunda e me pegou com firmeza. O sacão mole batia com força nas minhas coxas gordas. Eu me senti no paraíso, aquele mendigo preto, retinto, dotado, musculoso e suado abusando do meu buraco me enchia de tesão. Era tanto êxtase que eu sequer dei bola quando passou um homem de bicicleta. Hoje, apenas lamento que ele não tenha vindo se juntar à nossa putaria.

Não demorou muito, meu cu macio, quente e apertado pressionando o cacete grande do Fumaça logo o fez leitar meu intestino. Queria ter um útero só pra poder gerar um filho desse cracudo. Ele estourou meu cu e ganhou meu coração. Se eu pudesse, teria tirado esse deus negro das ruas e o colocado na minha casa, para poder servi-lo e idolatrá-lo sempre, todos os dias. Mas né, eu não morava sozinha...

Eu saí primeiro, trancando o cu com força para não deixar a porra vazar. Queria ficar com aquele leite grosso e farto dentro de mim por vários dias.

Fumaça e eu nos despedimos, eu subi para meu apartamento e ele desceu para a praça que havia a alguns quarteirões dali.

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