Memórias de uma ninfomaníaca 4 — Chupando o novinho do Twitter
Desde que conheci o #PintoAwards em 2020, sempre estive ativa na tag procurando rola de desconhecidos. Um dia, por sorte, recebi mensagem de um cara aqui de Uberlândia me chamando pra mamar o pauzão preto dele. E era uma rola colossal, super grossa e muito grande.
Ele trabalhava em uma farmácia perto da UFU do Santa Mônica, então iríamos nos encontrar lá perto e procurar algum lugar para que eu pudesse aproveitar aquela rola imensa.
Nos encontramos às 22h30. Fui vestida com um sutiã cropped branco, de renda; uma saia quadriculada, meia-calça arrastão e tênis. Passei um batom vermelho pra deixar a rola dele marcada com meus lábios famintos, rs.
Saímos para procurar um lugar onde eu pudesse cair de boca na pica do safado, mas era uma sexta-feira, então a região perto da universidade estava muito movimentada. Por isso, tivemos que andar um tanto até encontrarmos um vão de uma casa — daqueles onde fica o relógio de energia ou o registro da água, sabe? Eu entrei primeiro e me agachei, de cócoras. Leandro entrou em seguida, como uma parede entre mim e a rua. Ele pegou o celular e começou a gravar. O flash saltou no meu rosto, e assim eu pude admirar, quando desci a calça moletom e a cueca dele, aquele pauzão preto se projetando diante de mim.
Imediatamente, como um animal seguindo seu instinto mais primevo, comecei a engolir todo aquele pau suculento, tão lindo, grosso e pesado. Eu chupei com tanta vontade que fiquei até irritada quando Leandro parou a gravação, desativando o flash, e recolheu a rola para dentro da calça. Acontece que alguém saía de dentro da casa da qual era aquele vão. O portão se abriu e uma moto deixou a garagem. A luz até resvalou em nós, mas acredito que a pessoa não nos viu por ter sido um feixe muito rápido.
De qualquer forma, assim que o motoqueiro saiu, nós deixamos o local. E saímos a andar. Andamos muito até encontrarmos um lugar decente. Hoje, me arrependo de não termos feito na praça, mas na época eu ainda não era tão corajosa assim, ainda que já me masturbasse e transasse em lugares públicos sempre prezava pelos locais mais escondidos.
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| Chupando Leandro. |
Encontramos, por fim, um terreno abandonado, com muro de frente, mas sem portão. Então foi lá. Ele acabou pisando em merda (eu creio que era humana), e o fedor ficou incomodando meu nariz, mas eu não parei. De cócoras, abocanhei aquele pauzão e chupei com gosto. Apesar do tamanho e grossura, eu engoli todo, arrombando minha garganta para dar prazer a esse macho perfeito.
Não demorou — ele logo lambuzou todo meu rosto com sua porra, que jorrou em quantidades espetaculares! Fiquei com o rosto todo leitado, pus meus óculos e saímos do terreno baldio. Sim, eu andei pela Segismundo Pereira, uma das principais avenidas da cidade, com a cara todo esporrada, para mostrar a vadia que eu sou.
Ficamos de marcar um segundo encontro, num motel, pra estourar meu cuzão, mas até hoje não tivemos mais contato para combinar...

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