Abordada pelo maconheiro

Nem todos os dias são bons para a caça. Especialmente nas noites frias e/ou chuvosas, fica quase impossível achar machos nas ruas, seja mendigos ou não. Eu sabia disso, mas estava cheia de tesão. Todas as minhas blusas de puta estavam sujas, então coloquei uma camiseta de Pokémon fantasmas, uma que tem um Gengar no peito e outros nas costas. Coloquei a saia vermelha e calcei tênis.

Fui até o Roosevelt de ônibus e decidi voltar a pé para procurar pica. Andei da praça São Judas Tadeu até a rodovia, fui até a rodoviária, onde não tive coragem de abordar os poucos cracudos que por lá estavam, daí decidi avançar pela rodovia e virar na rua que o A123 sobe.

E foi subindo nessa via que cruzei com um cara jovem, bonito, gostosinho, que fumava uma erva no portão de sua casa. Ele me deu um boa-noite e perguntou aonde estava indo, pelo que respondi que, agora, estava indo para casa. Então, ele me perguntou se não dava "pra rolar nada", e eu disse que dava sim.

Ele me chamou pra entrar. Era uma colônia de várias kitnets, então precisamos entrar silenciosamente. Quando ele pôs o pau pra fora eu fiquei impressionada, era muito grande. Mas não há pau que não entre na minha faringe! Chupei muito, e ele gravou.

Boquete no novinho maconheiro.


Porém, na hora de meter acabou não filmando... Mas socou forte no meu rabo e me encheu de leite.

Foi o único pau que eu consegui aquela noite, mas antes uma leitada do que nenhuma.

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