Conhecendo o bairro novo
Eu havia me mudado, com meu ex, para o bairro Minas Gerais. Ainda não conhecia muito por ali, então uma noite aproveitei que tinha saído de um ensaio e decidi ir a pé para casa, do Saraiva até o Minas Gerais.
No caminho, eu não encontrei nenhum mendigo, mas vi alguns colchões e "camas" improvisadas que provavelmente eram de moradores de rua, que eu poderia voltar outros dias em outros horários para ver se dava sorte.
Quando, porém, cheguei no bairro Umuarama, minha sorte mudou. Ali perto do terminal Umuarama há uma trincheira, onde dá para se exibir e transar tranquilamente. Foi o dia em que a descobri, e ela seria palco de muitas fodas minhas. Nesse dia, contudo, nada aconteceu ali, além de eu ficar quase pelada. Só de saia e sutiã, eu tentei fazer uns vídeos, mas não achei nenhum muito bom. Subi, saindo da trincheira, e fui falando em voz alta:
— Porra, lugar muito bom pra transar... — E lembrando: eu estava só de sutiã e com a minissaia.
Quando olhei para o lado, num terreno vazio de cascalho e terra, havia um homem com sua bicicleta deitada ao lado. Tomei um susto, gelei.
— Nossa... Que vergonha! Moço — eu ri, embaraçada —, desculpa, não tinha te visto aí...
— Não, relaxa. Tá de boa. Tô só dando um raio aqui.
— Ah, entendi... — Fui me aproximando, já armando o bote. Perguntei se havia biqueira ali por perto, pois o meu amigo com quem eu morava também cheirava. Ele respondeu que tinha o Esperança, mas eu já conhecia esse bairro. — Quer me fuder? — perguntei, então.
Ele apertou o pau, depois desceu a bermuda e a cueca. Imediatamente, me ajoelhei e comecei a engolir aquela piroca gostosa. Mamei por alguns minutos, depois pedi para que ele comesse meu cu.
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| Imagem ilustrativa de terreno com bicicleta. |
Fiquei de quatro, mas ele não teve paciência e enfiou de uma vez. Mesmo lubrificado, doeu e eu pedi pra tirar. Nisso, ele acabou gozando. Me virei e, meio triste por não ter levado a leitada no cu, chupei a rola melada, ignorando o gosto de lubrificante.
Tirei a pica da boca e disse a ele:
— Tá com vontade de mijar? — Ele anuiu. — Mija na minha boca então. — Engoli a pica dele, que já estava amolecendo. Com a cabeça da rola na minha garganta, ele mijou. Eu engoli toda a urina quente e farta dele, sem deixar escapar uma única gota. Foi a primeira vez que eu consegui beber xixi. E aquilo me encheu de tesão, me deu vontade de beber muito mais!
Mas depois que me despedi dele, fui para casa e não encontrei mais ninguém no caminho.

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