Dando pra traficante e mendigos

Quando da época desses acontecimentos, vale dizer que eu já não estava mais namorando, porém ainda morava na mesma casa que meu ex. Como eu o ajudara enquanto ele estava desempregado, era agora ele quem me ajudava para que o céu não fosse meu único teto.

Certa feita, ele fora para a casa do pai, dormir lá. Foi direto do trabalho, e pediu para que eu levasse algumas coisas para ele já que eu tinha o passe livre estudantil e podia pegar ônibus gratuitamente.

Pois bem, o bairro Maravilha era um bom lugar pra procurar moradores de rua, e eu estava sedenta por pelo menos um pau sujo. Assim que me despedi do meu ex, eu decidi que iria atrás de mendigos.

Subi em direção ao Esperança, o bairro que é quase uma literal favela. Todo o bairro é uma grande biqueira, e lá eu acharia dezenas de paus. Porém, o medo falou mais alto. Tudo bem que era expressamente proibido "roubar na quebrada", e o nóia que ousasse seria violentamente punido pelo Disciplina da região. Porém sempre há um doido pra fazer burrada, né? Eu não quis arriscar, então desci para o Jardim Brasília.

Já morei lá, quando namorava, e era muito triste quando passavam catadores e mendigos, pretos, gostosos, provavelmente famintos por um buraco quente pra se aliviarem. Mas eu namorava e era fiel! Só que, agora, estava desimpedida, e por isso decidi que iria para lá.

Eu também precisava me trocar, estava em "roupas normais", tinha que me vestir de vadia para atrair mais atenção. Fui até a praça próxima do colégio e lá eu me troquei. Também aproveitei para me exibir um pouco e, como não aguentava mais segurar, fiz xixi. De saia curta, meia calça arrastão rasgada na parte genital, uma blusa decotada e blusa de frio, coloquei o celular pra gravar e me sentei. Abri as pernas e urinei no meio da praça. Foi extremamente excitante. Quisera eu ser ousada o bastante para mijar em cima do meu próprio corpo em um local aberto...

Mijando na praça.


Decidi, então, descer de volta e pegar o caminho para o bairro Roosevelt. De lá, eu iria para o Centro e retornaria ao Tibery, onde estava morando com o Davi até então. Quando passei em frente a uma lava-jato simples, aberto, perto de onde eu costumava ficar para pegar internet na época em que morava naquele bairro.

Sentado em um banco, no lava-jato, uma pessoa. Eu passei direto, nem olhei muito, não era um morador de rua. Eu não costumava me insinuar para "pessoas comuns". Ainda hoje não costumo. Porém, quando eu já estava na metade do próximo quarteirão, ouvi um assobio. Olhei para trás, o mesmo sujeito estava acenando e me chamando.

Era um homem alto de blusa de frio branca. Não consegui distinguir a idade até que me aproximei bem. Era jovem. Um pivete de uns 20 anos, magrelo, branquinho, rosto comprido, bonito demais. Ele perguntou aonde eu ia, e eu respondi que tinha ido deixar umas coisas na casa de um amigo e que agora estava indo pra minha casa. Ele perguntou se eu fumava um, ao que respondi que não porque maconha me deixa muito morgada e não gosto dessa sensação. Papo vai, papo vem, fiquei sabendo que ele era o Vapor e que, ali, estava vendendo o pó, a erva e a pedra; então, perguntou se eu era trans e perguntou se eu queria mamar no sigilo. Logicamente, aceitei.

Fomos até outra esquina, havia um caminhão parado e ali mesmo ele sacou a rola. Fiquei triste ao ver a minhoquinha pequena e molenga, mas logo ela cresceu e me surpreendeu. Devia ter uns 21cm, era pentelhuda e o saco pendurado era mole do jeito que eu amo chupar. Infelizmente, ele não deixou filmar. Comecei a mamar ali mesmo na calçada, mas ele logo me interrompeu para me levar para um mato onde pastavam uns cavalos.

Fiquei pensando em como seria delicioso degustar também a rola desses animais, mas eu jamais proporia isso para um traficante. Vai que ele achava ruim e me passava?!

Enfim, chupei e me engasguei naquele caralho por um bom tempo até que ele avisou que iria gozar e encheu minha garganta de leite grosso, quente e adocicado. Saí primeiro e fui embora sem olhar pra trás, querendo muito reencontrar esse traficante novinho e gostoso, apaixonada já. Infelizmente, até hoje, nunca mais o vi.


Segui, então, rumo à praça da Paróquia São Judas Tadeu, no Roosevelt. Era caminho para o Centro. Lá eu já havia visto alguns mendigos, mas nunca tive coragem de chegar neles. Lá também tinha uma matilha pequena de cães que, quando todos iam dormir, passavam a se achar os donos da praça. Latiam e avançavam em quem passasse. E foi o que ocorreu comigo.

Um morador de rua, contudo, me disse:

— Pode ir sem medo, eles não pegam, não.

Então eu passei. Pensei em falar algo pra ele, mas só disse "obrigada" e segui. Só que reparei o olhar dele nas minhas coxas, na minha bunda por sob a saia curta. Ele se deitou no chão e se cobriu. Do lado dele, outro sem-teto dormia.

Atravessei a rua, parei, hesitei. Decidi voltar. Me agachei e cutuquei o morador de rua, que logo descobriu o rosto, com uma surpresa e dúvida.

— Quer uma mamada? — perguntei sem pestanejar, sem rodear o assunto.

— Uai, eu quero. Mas onde?

Respondi que não sabia. Ele se levantou e me disse para segui-lo. É perigoso, não recomendo que façam o mesmo. Eu que sou doida, mesmo. Entramos numa construção abandonada, em ruínas. Provavelmente era alguma loja. Lá dentro, eu me ajoelhei e mamei o pau sujo do mendigo até que ele despejasse seu leite na minha boca.

Mendigo gozando na minha boca.


Desci rumo ao Centro, mas em vez de atravessar o viaduto do Atacadão resolvi seguir pela rodovia em direção à rodoviária. Aqui em Uberlândia, é uma região que concentra um número absurdo de moradores de rua, cracudos. E foi lá que eu encontrei o Contenção da biqueira.

A quem não sabe, contenção — aqui em Uberlândia — é o nome que se dá ao fogueteiro que não tem foguete, nem rádio. Ele observa a movimentação próximo à boca e, se a polícia estiver chegando, ele grita para garantir a fuga dos Vapores (os que vendem).

Eu subi e desci a rua da biqueira, mas não tive coragem de chegar em nenhum mendigo porque estavam apinhados todos juntos. Fica mais constrangedor abordá-los assim. Se eu estivesse acompanhada (por um homem), capaz que até daria pra todos, um a um, dois a dois, três a três que fosse. Mas, sozinha? Não tinha como.

Eu decidi ir embora, e para isso passei em uma rua transversal, onde estavam dois homens em volta de uma fogueira improvisada com papéis. Um deles não era mendigo; o outro, de cócoras, sim. Passei encarando os dois, e o morador de rua prontamente se levantou e pediu para o outro avisar "na loja" que ele já ia e que ficasse em seu posto até que ele chegasse. Seria rápido. Veio até mim, apalpou minha bunda e logo desenrolamos o papo.

Fui com ele até um terreno baldio e muito escuro. A luz do flash até ficou ruim porque a lanterna no escuro chama mais atenção do que se transar em local iluminado. Mesmo assim, fiz questão de limpar o pau dele com a boca, antes de ele me pressionar contra a parede suja e enfiar a pica preta no meu cuzão faminto.

Infelizmente, a filmagem da penetração ficou muito ruim e apaguei posteriormente. Mas ele encheu meu buraco de gala, e se despediu dizendo que precisava ir porque era o Contenção da biqueira. Despedimo-nos e eu segui caminho.

Chupando o contenção da biqueira.


Saindo da rodoviária, logo cheguei na praça Sérgio Pacheco, no Centro da cidade enfim. Eu não quis passar pela rotunda onde os usuários ficavam, onde é feita a venda do crack, porque há alguns ali de personalidade meio desvairada e agressiva. Então, passei pelo Redondo, um espaço aberto que o pessoal costuma (ou costumava, sinceramente não sei como está por agora) usar para batalhas de rima. Ali, alguns caras estavam reunidos e eu passei rápido, com a saia bem levantada mostrando a bunda.

Depois que passei, um dos caras veio correndo até mim (até tive um pouco de medo), mas foi pra perguntar se eu era solteira, ao que respondi que sim, e se toparia ficar com ele. Assim, fomos para um beco perto do Terminal Central, eu o chupei e ele meteu o pau não tão grande no meu cu já leitado, enchendo-o ainda mais de gala. Por receio, acabei não pedindo para gravar.

Assim que tomamos caminhos diferentes, eu aproveitei um espaço aberto, também perto do terminal, para abrir meu cuzão na câmera e mostrar o quão larga estava.

Meu cuzão arrombado.

Finalmente, após isso, segui para casa. Só não dei mais porque não cruzei com mais ninguém no caminho...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Memórias de uma ninfomaníaca 1 — Virgindade

Memórias de uma ninfomaníaca 3 — Puta de três

Memórias de uma ninfomaníaca 2 — Dois amigos