Chupando rabo sujo no banheiro

O trabalho no quiosque do shopping era super tranquilo, ainda mais sendo no Uberlândia Shopping, cujo movimento é por si só muito reduzido. Eu ficava o dia todo sentada e mexendo no celular, incluindo o Grindr. Decidi, então, fazer um perfil para banheirão com os funcionários do shopping, no banheiro exclusivo da doca do térreo. Lá conheci um funcionário que tinha fetiche em scat. Mas nós começamos de leve.

Falei para que ele me aguardasse na cabine de deficientes, com a porta trancada, e eu daria três toques suaves para que ele abrisse, caso não houvesse ninguém lá. Quando eu cheguei, porém, ele tinha aberto a porta e estava espiando pra ver se eu chegava. Já entrei, me ajoelhei e ele tirou a rola pra fora.

Era um menino novo, de óculos e carinha de nerd, mas tinha uma tora enorme entre as pernas. Fico muito triste de ele não ter me deixado gravar.

Chupei o pauzão preto dele, mas estávamos lá para fazer uma bagunça suja. Eu disse que não estava pronta para o scat, mas que poderia lamber o cu sujo dele. Assim, ele se virou e abriu a bunda. Estava melada de merda e um pequeno pedaço de bosta ainda estava preso na entradinha.

Eu não hesitei. Enfiei a cara entre o rabo grande dele e soquei a língua no buraco fedido e sujo, limpando toda a merda e até engolindo o pedacinho sólido. Mas deixei o cu dele bem limpinho, antes de ele se virar e gozar na minha boca.


Imagem meramente ilustrativa.


Em outro dia, eu estava me masturbando sozinha quando reparei que alguém estava colocando o celular abaixo das cabines para poder visualizar pela câmera se estava rolando putaria na cabine de deficiente. Eu saí, entrei na outra cabine, subi no vaso e confirmei que era ele, com a rola dura. Chamei-o com um psiu e disse para ir pra cabine comigo.

Assim fizemos. Ele sentou no vaso e eu caí de boca naquele pirocão preto e fedido. Foi um boquete extremamente babado e muito barulhento. Havia gente no banheiro, ouvíamos quando as portas eram abertas, mas isso não era motivo para parar o trabalho. Depois que ele gozou, engoli toda a gala e saí da cabine. Ele saiu pouco depois. Tinha um cara mijando no mictório. Assim que ele deixou o banheiro, sussurrei:

— Acho que ele nos ouviu.

— Com certeza ele ouviu!

Para meu azar, pouco tempo depois o quiosque fechou, pois faliu. E nunca mais experimentei nem o rabo cagado nem o pau sujo desse cara.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Memórias de uma ninfomaníaca 1 — Virgindade

Memórias de uma ninfomaníaca 3 — Puta de três

Memórias de uma ninfomaníaca 2 — Dois amigos