Cobrando favor — dando pra mais um vizinho
Como eu disse, Cristiano dividia a casa com Weverton. Ou melhor, Weverton dividia com Cristiano. Como todo mundo daquela colônia, eles cheiravam pó. Acho que eu era a única sóbria ali. Meu único vício é sexo, não fumo, não bebo, não uso nada. Nisso, o Cristiano acabou ficando em uma onda sinistra e virou bicho. Ele e Weverton discutiram feio, acordamos aos gritos deles, e Weverton enxotou o colega da casa.
No meio disso, nosso chuveiro queimou e, se no calor já não tomo banho gelado, no frio piorou! Davi pediu ao Weverton para tomarmos banho na casa dele, e ele deixou. Mesmo dizendo que podíamos só entrar, já que ele deixava o portão aberto pra cachorra poder ficar no terreiro, eu sempre mandava mensagem perguntando se podia. Weverton disse que sim, mas completou a mensagem em seguida:
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| Imagem só pra ilustração. |
"Qualquer dia vou cobrar esses favores hein 😏"
Com a oportunidade disponibilizada, imediatamente respondi:
"Pode cobrar 🤭 vou pagar com prazer"
A partir daí, sempre que eu estava sozinha em casa, Weverton me chamava pra ir até a casa dele, ou ele vinha até a minha. Começou apenas com a mamada, até que ele me chamou pra ir lá após ele chegar do serviço, enquanto estava no banho, e decidiu meter no meu cu. Sempre no pelo, ou gozava na minha boca ou leitava meu rabo. Não perdia nenhum oportunidade.
Eu achava muito excitante. Já tinha dado pro Cristiano, de certa forma já tinha pegado o Mateus. Agora, era o Weverton. Faltava só o rapaz da casa ao lado, que eu não sabia o nome, e os dois da frente. Desses dois, eu queria muito dar pro João Vitor; o outro não me atraía, seria só pelo tesão de falar "dei pra todos os homens da colônia". Mas ambos eram casados. Infelizmente, com eles nunca rolou, porque eu fiquei pouco tempo nesse lugar.
Mas no tempo em que fiquei, tomei muita rola do Weverton.
Certa noite, ele me chamou pra ir à casa do Mateus. Os dois me puseram pra mamar, mas o Mateus, como outrora, agia como um animal. Então Weverton e eu saímos depois de um tempo e terminamos o trabalho na casa dele. Chupei "esquisito" naquela noite (era uma forma que eles usavam pra elogiar a mamada, o jeito de falarem "incrível, fantástica, esplêndida"). Depois cavalguei sem dó na pica dele. Três gozadas, sem parar, sem ficar mole.
E agíamos com a maior naturalidade, acho que ninguém ali sabia. Eu me mudei no final de dezembro.

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