Dando na praça e pro vizinho

Eu estava voltando pra casa, no último ônibus da noite até o terminal Umuarama. Eu não lembro se isso foi após um freelance no fechamento, após uma transa ou se apenas saí pra caçar putaria e agora estava indo embora. Embarquei no T122, que dá muitas voltas, e que estava quase vazio. Era domingo e era a viagem final. Eu estava de camiseta e calça, com um shortinho preto por baixo. Sentada no último banco antes da porta do fundo, não havia ninguém atrás de mim. Assim, mesmo com duas mulheres no veículo, eu tirei a calça.

Importante dizer que sou definitivamente contra o exibicionista que estupra a visão do outro. Ninguém é obrigado a te ver pelado. O risco é uma coisa, mas você se colocar nu, propositalmente, diante de alguém que não pediu para visualizar isso é motivo de espancamento mesmo. Eu quero que você se foda muito nessa vida, se você é esse tipo de exibicionista.

Enfim, cheguei até a colocar o pau pra fora pela perna da bermuda, alisei-o, mas não bati uma como costumo fazer, por medo de ser vista pela moça e acabar me dando muito, muito mal.

Finalmente chegamos ao terminal Umuarama, mas o ônibus não entrou porque já estava trancado e ele iria dali direto pra garagem.

Pau pra fora no ônibus.


Eu fui até a trincheira, troquei de roupa, colocando minha saia curta vermelha e minha blusa branca decotada. Não encontrei ninguém naquela região, até porque fazia um pouco de frio e, como já sabem, é comum que os moradores de rua fiquem amoitados nesse clima.

Chegando no bairro Minas Gerais, antes de ir direto pra casa, parei em uma praça perto da colônia onde morava. Eu ainda não sabia que, logo na frente, era um ponto de venda de drogas, então estava aquém do perigo que corria me exibindo lá.

Brinquei nos aparelhos de exercício ao ar livre, nos bancos e no espaço aberto. Me exibi e enfiei o pinto dw borracha no cu.

Enfiando o dildo no meu cu, no meio da praça.


Em determinado momento, e já ia pra lá de 1h00, eu arrisquei ficar na esquina. Só a título de informação, essa praça, e essa quina onde eu estava, fica na Avenida Comendador Alexandrino Garcia, uma via de muita circulação. Mesmo assim, eu grudei o dildo na parede metálica de uma banca de chaveiro, encaixei meu cu e comecei os movimentos de vaivém.

Enquanto estava nisso, vi uma pessoa se aproximando da outra esquina. Provavelmente, o homem não me viu. Mas eu imediatamente recolhi o dildo, coloquei-o na mochila e rumei em direção a colônia, que era a dois quarteirões da praça. Passei pelo sujeito, um catador, e não resisti.

— Moço, quer comer meu cu? — perguntei. Ele ficou meio desconfiado, mas aceitou.

Fomos até a praça, em um canto bem escuro, atrás de uma obra que estava tendo lá (se não me engano, hoje é uma quadra coberta). Eu o chupei e depois ele me fez sentar. Comentou que eu estava larga, e eu expliquei que é porque estava usando um pinto de borracha havia poucos minutos. Quando foi gozar, ele me mandou mamar, enchendo minha boca de gala e me mandando vazar rapidamente.

Vale dizer que, enquanto eu o chupava, um sujeito passou pelo outro lado e, provavelmente, viu a movimentação. Eu encontrei esse mesmo cara depois e ofereci o cuzinho a ele, porém ele recusou. Me despedi e fui, agora sim, pra casa.

Com o dildo na banca do chaveiro.


Quando cheguei, pra lá das 2h00, Davi, meu ex, com quem eu morava, estava dormindo. Eu ainda estava com muito tesão, então, mesmo após já ter me despido, voltei a me vestir e saí.

Na saída da colônia, encontrei um dos vizinhos. Mateus. Eu nunca havia conversado com ele. Era um negro retinto, alto e magro. Parecia drogado, e de fato estava. Estava junto a um amigo, e eles estavam falando sobre "fazer o corre", ou seja, buscar mais cocaína pra usarem.

Enquanto ele despachava o amigo pra missão, ele me abordou. Eu estava aguardando o chuvisco passar, porque havia começado a chover, atrapalhando minha aventura. Ele perguntou se eu era "mulher mesmo", então respondi que sou trans. Ele me chamou pra entrar pra casa dele e transarmos, eu aceitei.

Lá dentro, comecei a chupá-lo. Não era grosso, mas era grande e tinha um saco pendurado e mole, do jeito que eu gosto. Eu mamava, mas ele não ficava mais que meia bomba. É o pó... Sério, parem de cheirar. Vocês ficam fedendo, ficam brochas e uma hora, mais cedo ou mais tarde, vai abrir um buraco horrendo no palato de vocês e seu nariz vai cair.

Repentinamente, o amigo dele entrou, sem avisar. Ao ver a cena, imediatamente saiu. Eu tirei o pau do Mateus da boca e disse:

— Chama ele pra participar.

E ele chamou mesmo. Comecei a chupar os dois, mas eles ficavam rindo pela onda da maconha que tinham fumado antes. O amigo do Mateus ficava duro, mas na hora que ia meter o outro falava alguma coisa e ele desatava a rir. Comecei a ficar desconfortável, entendendo que também havia uma zoação pelo outro "meter numa travesti", e nisso eu dei um jeito de sair de lá assim que a chuva estiou. Fui pra casa, tirei a roupa e deitei pra dormir.

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