Dando pro outro vizinho
Certo dia, eu estava do lado de fora da casa. Como dito, era uma colônia. Não tínhamos wi-fi, então pegávamos o do Mateus, que o Davi havia pedido. Na porta, o sinal era melhor. Eu estava lá, quando Cristiano, um dos vizinhos, chegou. Ali nos fundos da colônia eram só duas casas, a que moravam o Weverton e o Cristiano e a que morávamos o Davi e eu.
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| Imagem meramente ilustrativa da colônia. |
Ele chegou, me cumprimentou e eu o cumprimentei. Ele entrou na casa e eu comentei, talvez um tanto quanto alto, de propósito para que ele ouvisse: "Nossa, que macho gostoso... Se eu sentasse...".
Pouco depois, ele saiu da casa. Não sei se havia tomado banho. Estava de bermuda Tactel e sem camisa. Era magro, mas seus músculos se destacavam, o corpo de um trabalhador braçal. O tanquinho era uma delícia, os bíceps com veias desenhadas. Um caminho de pelos curtos e finos subia até próximo ao umbigo. Ele era branquinho, quase como leite, tinha um cavanhaque escuro. Era bem bonito até. Perguntou se "meu marido" estava em casa.
— Tá não — respondi, antes de corrigir: — E é meu ex!
— Ah, é ex?
— Sim.
— Queria saber se ele não tinha uma seda pra me arrumar.
Então, eu disse que iria olhar. Entrei, procurei, procurei e não achei. Voltei e disse que não tinha. Ele agradeceu e entrou. Ocorreu-me, então, que eu poderia usar aquilo como desculpa para conseguir o pau dele. Corri pra procurar dinheiro, nem que fosse R$0,50, pra comprar uma seda solta. Mas, pra minha sorte, achei a caixinha de sedas do Davi. Tirei uma lâmina e saí.
Cheguei no portãozinho da casa dele e chamei.
— Vizinho! — pois ainda não sabia o nome dele. Ele apareceu na janela do quarto, que dava para o corredor, em frente ao portão de grade. — Consegui uma seda aqui.
— Opa! — disse, antes de sair. Apareceu sem camisa, com a bermuda e um grande volume. Estava sem cueca.
Entreguei a seda pra ele, o olhar alternando entre o abdômen cheio de gominhos e o enorme membro marcando entre as pernas. Mordi o lábio. Eu estava muito ciente de que os pensamentos lascivos corriam tanto na minha mente quanto na dele.
Ele agradeceu e foi entrando. Antes de me afastar do portão, eu soltei, em uma altura que ele com certeza fosse ouvir:
— Caralho, que delícia...
Ele voltou, perguntando:
— Cê gosta?
Eu de fato não entendi, e soltei um sincero "Quê?", até imaginando que ele fosse me oferecer pra fumar um com ele, mas quando seu corpo apareceu através do portão novamente, e ele repetiu a pergunta, pegou no volume da bermuda, agora ainda maior, mais duro, mais marcado.
Aí que eu entendi que ele estava falando da pica, eu concordei.
— Ô! Gosto pra caralho.
— Quer 'vim cá'? Eu tava batendo uma agorinha.
— Quero.
Assim, entrei. A casa era quase igual a que eu morava. Três cômodos. Eles fizeram do que seria "a sala" em um cômodo. Ele ficava no quarto final. Ele já foi tirando imediatamente a rola pra fora da bermuda e, MEUS AMIGOS, QUE PAUZÃO LINDO!
Era branquinho, veiudo, extremamente grande e supergrosso, torto para cima e muito, mas muito pentelhudo. Havia uma espécie de fenda atrás da glande, mas eu não quis ser desrespeitosa perguntando o que seria. Supus que fosse um piercing removido ou algo do tipo.
Enfim, não perdi tempo. Me ajoelhei e de imediato já engoli inteiro. Apesar de duro, era macio. Eu amo paus assim, são tão gostosos de engolir. Chupei com muita vontade, que em uns 3min ele já disse que iria gozar. Tirei o pau da boca e falei:
— Pode gozar — e retomei a sucção. Ele encheu minha garganta de porra, era grossa e pegajosa, disparada em jatos curtos e rápidos. Chupei mais um pouco pra me certificar de que cada gota fosse apreciada.
Ele elogiou minha mamada e disse que precisava de sigilo por causa da "muié". Eu gelei, não sabia que ele era comprometido. Mas eu apaixonei no pauzão peludo, não iria me importar com aquela informação.
...
Outro dia, eu estava saindo da UFU, de dia, quase hora do almoço, quando ele me mandou mensagem perguntando se eu estava em casa. Eu disse que não. Nisso, acabei perguntando se ele me deixaria gravar nossa transa. Ele ficou louco e me bloqueou.
...
Mas o fato é que eu sou irresistível. Gostosa, mamo gostoso, fodo gostoso. É claro que Cristiano não pôde aguentar ficar sem minha garganta, e aproveitou pra usar também meu cu.
Weverton havia saído para trabalhar, Davi também. Fiquei sozinha, Cristiano também. Ele me chamou na janela, perguntando se podia ir até lá em casa. Eu disse que esperasse eu escovar os dentes pelo menos, e assim que terminei avisei para que fosse.
Chegando lá, comecei a mamar a piroca dele. Fiquei triste, não estava pentelhuda, ele havia raspado. Mas não importava, o que conta é que era uma rola enorme e eu engoli tudo. Deitei e falei pra ele socar na minha garganta como se fosse uma buceta.
Depois, ele botou no meu cu, mesmo tendo dito que sem camisinha era "paia". Mudou de ideia vendo meu cuzinho guloso piscando e logo socou tudo. Subiu na cama e fodeu meu cu como um cachorro currando uma cadela no cio. Ele encheu meu buraco de porra, deu um tapinha na minha bunda, depois se vestiu e foi embora, dizendo pra eu não voltar com essas "fita de gravar".

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