Noite fria

Eu fui ao Saraiva para caçar mendigos, mas era uma noite fria e com clima chuvoso. Seria praticamente impossível encontrar alguém disponível. Andei, andei, andei e não achei absolutamente ninguém nas ruas. Decidi, então, pegar o caminho de volta para casa.

Nesse trajeto, porém, passei por dois moradores de rua deitados na rua. Era o contenção da biqueira e um outro que, em um dia anterior, havia me dito que ficáramos lá no São Jorge. Mas eu não me lembrava de ter ficado com nenhum morador de rua ou catador de recicláveis naquele bairro. E eu me recordaria dele, pois não tinha um dos olhos.

Não importava, aceitei dar para ele naquela noite. Já estava parada mesmo, nenhuma leitada no cu. Antes uma pica do que nenhuma, né?

Eu estava com receio de ser assaltada, sempre fico... Fazer essa caçada sozinha envolve riscos. Ele disse que tinha uma casa, onde às vezes ficava para dormir. Imaginei que fosse um local aberto, mas chegando lá tinha um muro frontal, baixo, mas tinha; o portão de grade estava trancado com cadeado. Eu não conseguia pular, e não confiei de jogar a mochila e aceitar a ajuda dele para passar. Vai que ele me roubava?!

Assim, não ficamos lá. Eu disse a ele que conhecia um terreno baldio, onde tinha transado antes. Levei-o até lá, e havia uma caixa enorme de papelão, que eu acho que alguém estava fazendo de "casa". Ele não se importou, abriu-a e rasgou-a até que ela forrasse o chão, para que pudéssemos ficar sobre ela.

Chupando o pentelhudo.


Eu me ajoelhei e mamei aquele pau pentelhudo, sugando e fazendo minha especialidade: garganta profunda. Em um momento, até vomitei, mas não me importei; logo retomei o trabalho.

Depois, fiquei de quatro e ele empurrou a rola no meu rabo, metendo fundo até leitar meu cuzão.

Saímos e cada um foi pro seu rumo. Eu estava cansada e decidi tomar um Uber. Pedi para um amigo chamar, mas que parasse no Terminal Umuarama. Eu queria caçar mais mendigos, mas faria isso perto de casa porque estava frio e ventando muito.

O pentelhudo metendo no meu cu.


Não achei nenhum morador de rua, catador de recicláveis nem ninguém. Mas aproveitei que estava com meu dildo na mochila e fui brincar sozinha.

Na trincheira próxima ao terminal Umuarama, há uma espécie de cano muito grosso, azul. Eu não sei o que é aquilo, mas foi lá que eu grudei o dildo de 20cm, pela ventosa, e, após me certificar de que não vinha ninguém, encaixei meu cu nele e deslizei por cada centímetro. Me movia rapidamente até sentir que meu cu estava bem largo. Limpei o brinquedo, que havia sujado, guardei-o e, agora sim, fui para casa!

Brincando com o dildo na rua.

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