O mendigo com anel peniano

Certa vez, após um ensaio com meu grupo de teatro, um dos colegas me levou até certo ponto da rodovia, pois ele morava em Araguari e minha casa ficava perto da estrada. Agradeci, desci e segui a pé. Em determinado lugar, troquei a roupa de ensaio por um vestido rosa com morangos que eu trazia na mochila. Era uma peça da sessão infantil, que eu havia comprado quando trabalhei em uma famosa loja de departamentos. Obviamente era o tamanho para 16 anos, e eu ficara surpresa, na época, como ele tinha me servido, já que sou muito alta e de tórax largo.

Fato é que fui andando pela Rua República do Piratini, quando passei por um catador. Um negro com um saco plástico às costas. Olhei para ele e ele olhou de volta, mas fiquei com receio e segui em frente. Mas depois tornei a olhar, ele estava sentado no ponto de ônibus. Eu poderia voltar e abordá-lo, e assim decidi fazer.

Mas um trabalhador acabava de sair de sua empresa e sentou-se do outro lado da rua, na calçada, provavelmente pra evitar o contato com o andarilho. É claro que ninguém tem nada com minha vida, mas a vergonha permanece. Então eu passei reto, mas dei um olhar para o catador. Virei a esquina e segui descendo.

Não deu outra — ele me seguiu. Ficou do outro lado da rua, mas no meio do quarteirão me perguntou:

— Tá indo pra onde?

— Eu? Pra casa.

— E como é que faz pra gente dar umazinha?

Sorri.

— Uai... Tendo um lugar, é na hora.

E assim ele e eu ficamos procurando um canto. Achamos o espaço aberto de uma empresa. Não parecia ter câmeras, era pouco iluminado e havia uma mureta que nos ocultaria, já que o resto era totalmente exposto, totalmente aberto.

Pedi para gravar, ele não deixou.

Sentou-se e comecei a chupar seu pau. Ele usava um anel peniano metálico, e o cacete inchou rapidamente. Era extremamente grosso e muito, muito grande. Inflou na minha boca como um balão, arrombando minha garganta. Eu chupei, chupei com gosto, babei, quase vomitei. Fedia, e eu senti os pedaços sólidos de sebo na minha língua e descendo pela minha garganta.


Anel peniano, meramente ilustrativo.


Depois, fiquei de quatro sobre o pano que ele havia estendido e ele montou em mim como um cachorro sobe em uma cadela no cio. Enfiou a tora preta no meu cuzão, estourou minhas pregas e me deixou toda frouxa antes de inseminar meu intestino com sua gala grossa, a qual ficou guardada até a manhã do dia seguinte.

Acabamos combinando de nos encontrar naquele ponto de ônibus, na noite seguinte, no mesmo horário. Eu levaria R$20,00 e ele me permitiria gravar. Mas, como de praxe, eu nunca mais encontro os mendigos com os quais transo. Parece uma maldição!...

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